29 de jan de 2011

CAMINHO JUDAICO


Aí minha gente, neste domingo, dia 30 de janeiro, o amigo Tuca Paes de Andrade vai guiar uma caminhada pelas ruas do Recife: o espírito é cultural e o ânimo é de camaradagem - que é a marca das suas promoções e projetos! Vamos fazer um domingo diferente: levem os seus filhos, o marido, a esposa, a sogra(!), para conhecer a nossa cidade, sua história e tradição - nas quais os judeus têm grande contributo. Venham participar dessa caminhada urbana e conhecer a comunidade JUDAICA do Recife, com a assistência da historiadora SUZANA VEIGA, gentilmente cedida por TÂNIA KAUFMAN, do Arquivo Histórico Judaico de Pernambuco.

A caminhada começa às 7h30, na Rua Real da Torre (A no mapa), seguindo até a Praça Maciel Pinheiro (B), Praça da República (C) e Ponte Maurício de Nassau (D). Termina na Sinagoga ZUR ISRAEL, no Recife Antigo - cujo ingresso de R$ 5,00 é o único custo previsto. Em cada ponto, uma apresentação de fatos relacionados à cultura judaica entre nós. O percurso será realizado mesmo com chuva (veja aqui a previsão do tempo), de modo que é bom levar a sua capa. Essa é uma aventura bolada pelo grupo que participa também da Caminhada de Santo Amaro, e quem quiser mais informações poderá entrar em contato com Tuca por aqui.

Lembrem-se: caminhar é preciso... Mesmo (e sobretudo!) que seja ao encontro do outro, do diferente, da espiritualidade alheia! Aliás, você sabe direitinho quem são os judeus? A tradição cultural dominante entre nós os depreciou até com o verbo "judiar", como sinônimo de ação pervertida e má. Vamos olhar as coisas de outro ângulo, refletir sobre liberdade e intolerância religiosas, conversar com e sobre esse povo que construiu no Recife a Primeira Sinagoga das Américas, mas teve a sua Rua dos Judeus transformada na Rua do Bom Jesus. Vejam mais informações aqui no blog, mas não deixem de ir conferir no calor humano da caminhada... Avante!

Um comentário:

  1. Um judeu muito competente trabalhava como vendedor para uma companhia de seguros e merecia um cargo junto à Diretoria Superior. Mas os diretores, muito católicos, achavam que seria melhor converter antes o hebreu e chamaram um padre para fazer o serviço.
    Depois de duas horas trancados numa sala, o padre saiu.
    - Conseguiu converter o judeu?
    - Não, respondeu o padre, mas ele me vendeu uma apólice de dez mil dólares!

    IN: ENCICLOPÉDIA DO HUMOR JUDAICO, Henry D. Spalding, Editora Sêfer.
    (Uma coleção deliciosa de estórias, desde os templos bíblicos até à era moderna)

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