3 de jun de 2013

FEDERAL DO PARÁ DÁ EXEMPLO

Fonte: divulgalção/UFPA

Neste ano letivo de 2013, a Escola de Aplicação da UFPA (EA-UFPA) ofertará a disciplina Ensino Religioso aos estudantes de 5º a 8º série do Ensino Fundamental. De acordo com as Normas Jurídicas Federal, Estadual e Municipal e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9394/96, todas as Escolas de Educação Básica têm a obrigatoriedade de ofertar a disciplina Ensino Religioso. O ensino, de acordo com a Lei, é necessário à integração da formação básica do cidadão, devendo assegurar o respeito à diversidade cultural e religiosa do Brasil, vedadas quaisquer formas de proselitismo.

Assim, a EA-UFPA elaborou um Plano de Ensino que contempla o estudo das principais manifestações religiosas existentes no Brasil e na Região Amazônica, destacando os valores éticos e morais comuns, propagados pelas mais diversas manifestações religiosas. As aulas ocorrerão uma vez por semana e estão previstas para iniciar na próxima quarta-feira, dia 5.

Respeito - A EA-UFPA tem a missão de proporcionar aos estudantes a compreensão do panorama religioso do Brasil e da Amazônia, com ênfase nos aspectos comuns que auxiliam na formação básica do cidadão, evidenciando valores como fraternidade, solidariedade e, sobretudo, cultura da paz; com vista a fomentar o convívio salutar entre as diferenças existentes na sociedade, destacando a importância do respeito ao outro.

Interesse - Em obediência à Legislação e à Resolução Nº 103/2013 – EA-UFPA, de caráter facultativo para os alunos, a disciplina foi amplamente divulgada entre os discentes e pais/responsáveis dos alunos da Escola de Aplicação, tendo sido aberto um período de inscrições para os interessados em cursá-la.

O Plano de Ensino da Disciplina traz, ainda, uma proposta inovadora de fazer conexão entre o Ensino Religioso e as Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs), estimulando o uso mais saudável dos recursos disponíveis na web, tais como redes sociais, sites de postagens de vídeos, blogs e outros, uma vez que as TICs são ferramentas de uso constante da juventude, nesses tempos de intensa globalização.

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